Eu senti na pele o peso de não compreender minhas próprias emoções — e, por consequência, a dificuldade de olhar verdadeiramente para o outro.
Já passei por vícios, pelo refúgio nas telas, pela síndrome do impostor. Já briguei com a realidade por ela ser como é, e até com as pessoas, por serem como são.
Sim, eu conheço a dor de olhar o mundo sob essa ótica e sei como uma mente excessivamente racional pode minar nossas relações. Mas, acredite: isso também é uma potência. Apenas precisamos integrar o outro lado.
Às vezes, é preciso atravessar o difícil e compreender o oculto. Transformei essa busca em estudos, observação clínica e até em um livro sobre comportamento humano.
Mas de nada adianta o conhecimento se ele não for partilhado. Estou aqui para dividir, para me entregar e para aprender com o novo que cada paciente traz.
Atendo online (Google Meet), focado em quem não busca apenas alívio momentâneo, mas transformação real.
Vamos juntos, além da superfície? Vamos explorar a complexidade de ser quem você é, num mundo que exige um ‘normal’ que, para você, tem sido morte?
Agende sua sessão. Este será um espaço só seu — ético, seguro e sem julgamentos.